Novidades do Seed Cloud Set/2016

Aplicações em cloud permitem que novidades possam ser inseridas muito mais rapidamente do que uma aplicação on premise. São tantas novidades planejadas que decidimos compartilhar com vocês pelo blog.

 Nova Funcionalidade de Simulação

A simulação é tão importante que decidimos que ela merecia um espaço próprio. Agora você pode configurar os cenários, abrir um dashboard de comparação ou criar seus próprios indicadores pelo BI

Indicadores podem ser comparados entre cenários.

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Gantt de Atendimento nas Ordens de Venda

Nas ordens de compra agora é mais fácil acompanhar quais ops estão suprindo a demanda. As informações são mostradas em forma de gráfico de Gantt.

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Gantt de Atendimento das OPs

Da mesma forma que em Ordens de Venda, o Gantt também está presente na OP, facilitando o entendimento de como a produção está ocorrendo.

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Novo Painel de Alocações

A forma com  que o Seed aloca estoque, ordens de compra e ordens de produção  aos pedidos e previsões, bem como para outras ordens de produção podem ser analisadas diretamente em um painel de alocações.

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Novo algoritmo de Plano Mestre

Um algoritmo mais detalhado e rápido foi incorporado ao plano mestre. Regras mais complexas  como de setups, multiplicidade de ferramentas, indicadores e atributos de material e pedido agora podem ser criadas. A visão de Planejamento foi aprimorada com o uso de Cards.

quadro

Novas interfaces de integração

Interface de alocação e de resultados de planejamento agora estão disponíveis. Ficou ainda mais fácil usar os BIs com o Seed Cloud.

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Outras novidades

Essas são as novidades de setembro. Em outubro teremos muitas outras novidades.

 

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Sales & Operation Planning (S&OP)

“Aventura é apenas um mau planejamento.” 
― Roald Amundsen

 

S&OP ou S&OP Executivo pode ser definido como um conjunto de ferramentas de planejamento de médio e longo prazo.  Seu objetivo é o de balancear a demanda e fornecimento, integrando o planejamento operacional com com o planejamento financeiro. Em outras palavras, usando a definição da APICS,  S&OP é uma atividade de planejamento encarregada de  ajustar o plano de produção para satisfazer demanda de vendas, mantendo os objetivos de negócio, como rentabilidade, produtividade, competitividade e prazos de entrega.

Ou seja, o  S&OP é na verdade um portfólio de documentos de planejamento que deve ser construído com a participação de representantes de vários departamentos que trazem para a reunião seus desejos  que no mundo real não podem ser alcançados todos ao mesmo tempo.  Por isso cada um também deve fornecer suas restrições.

10 razões para fazer o S&OP

  • Alinhamento do negócio
  • Processo de tomada de decisão formalizada
  • Visibilidade das decisões
  • Integração financeira
  • Introdução de novos negócios
  • Respostas rápidas
  • Monitoramemento do negócio
  • Gerenciamento de riscos
  • Contabilidade das decisões
  • Integração das equipes

 

Principais Planos

  1. Plano de Produção: define o que, quando e quanto produzir. Esse plano é que vai dirigir todos os demais. As regras de atendimento da demanda, restrições de capacidade, bem como o entendimento dos problemas operacionais devem ser considerados nessa etapa. 
Recurso Dia 1 Dia 2 Dia n
Linha 8 8   8

Tabela 1. Capacidade dos Recursos (restrição). 

  Dia 1 Dia 2 Dia n
Mesa Simples 15      
Mesa Simples 3 gavetas       7
Mesa Luxo   8    

Tabela 2. Exemplo Demanda de Vendas. 

Material Dia 1 Dia 2 Dia n
Mesa Simples 10 5    
Mesa Simples 3 gavetas       7
Mesa Luxo   5   3

Tabela 3. Exemplo Plano de Produção.             

  1. Plano de Vendas: O plano de vendas é a entrada do Plano de Produção. Contudo ele será ajustado conforme os resultado das simulações forem indicando que o plano é possível ou não. Ajustes de capacidade, contratação, estoques são feitos visando o atendimento da demanda. Caso não seja possível, cortes devem ser feitos. Caso haja excesso de capacidade, ou a capacidade é cortada ou demandas para estoque devem ser criadas. 
Material Dia 1 Dia 2 Dia n
Mesa Simples   15    
Mesa Simples 3 gavetas       7
Mesa Luxo       8

Tabela 4. Plano de vendas, baseado na entrega do Plano de Produção. 

  1. Plano de Compras: uma vez definida a demanda e o que se vai produzir, define-se o que vai ser necessário comprar. Caso haja problema de fornecimento, restrições associadas devem ser criadas e associados ao plano de produção. 
Material Dia 1 Dia 2 Dia n
Tampa Simples 10 5   7
Gaveta       7
Tampa Luxo   5   3

Tabela 5. Plano de Compras. Lead time 0 dia. 

  1. Plano Financeiro: O resultado financeiro é projeto. Caso haja a necessidade de se controlar o fluxo de caixa, tanto o plano de produção, quanto o plano de vendas devem ser alterados em função dele. Caixa na verdade pode ser tratado como um estoque de dinheiro e uma restrição operacional. 
Material Dia 1 Dia 2 Dia n
Mesa Simples   1500,00    
Mesa Simples 3 gavetas       1050,00
Mesa Luxo       1600,00
Tampa Simples -100,00 -50,00   -70,00
Gaveta       -70,00
Tampa Luxo   -50,00   -30,00
 Resultado -100,00 1400,00   2480,00

Tabela 6. Plano Financeiro. Mesa Simples = R$ 100,00, Mesa Simples com 3 gavetas = R$ 150,00 e Mesa Luxo = R$ 200,00. Matéria-Prima = R$ 10,00 .

  1. Plano de Mão de Obra: Necessidade de hora extra, programação de férias e treinamento são consideradas nesse plano e refletem a necessidade de produção e suas oportunidades de parada. 
Material Dia 1 Dia 2 Dia n
Operador 1 2   2
Hora Extra        

Tabela 7. Mão de Obra. Mesa Simples requer 1 operador e Mesa Simples com 3 gavetas e Luxo requerem 2 operadores. 

  1. Plano de Manutenção: Necessidades de produção e seu reflexo no plano de produção, bem como a disponibilidade de tempo para executar as manutenções.
Material Dia 1 Dia 2 Dia n+1
Preventiva       X

Devido ao fato do S&OP envolver diversas áreas, como compras, produção , planejamento, financeiro e vendas, permite que a empresa alinhe toda a empresa em um só objetivo comum. Portanto a colaboração é fundamental para que o processo seja bem sucedido e as reuniões de S&OP facilitam a integração.

Sumário das Ações

  • Passo 1: Levantamento da capacidade produtiva
  • Passo 2: Previsão da demanda
  • Passo 3: Simulação da demanda contra a capacidade
  • Passo 4: Ajuste da demanda e da capacidade
  • Passo 5: Publicar a melhor alternativa
  • Passo 6: Gerar os demais planos

 sop

Diagrama 1: fluxo de trabalho do S&OP

Check-List para S&OP 

Executar mensalmente, envolvendo as gerências e diretoria
Começar pela fase de planejamento da demanda e de suprimento. Programar uma fase de pré reunião.  Fazer uma reunião executiva envolvendo a presidência
Formalizar a política da empresa, prazos e objetivos de cada passo do processo
Determinar um calendário anual de trabalho para  pré-reunião e reunião.
Todas as áreas devem ser representadas e é condição obrigatória a participação da Presidência
A agenda deve ser distribuída com antecedência, listando as principais decisões a serem tomadas
A decisão geralmente é feita de forma agregada, i.e., baseada em famílias ou subfamílias de produto e não em um item específico
Vendas e Marketing deve fornecer os dados de demanda de vendas (previsão)
Produção ou Operação deve aceitar a responsabilidade de tentar atender da melhor forma possível a demanda de vendas fornecida
Indicadores de desempenho (entrega no prazo e despacho completo) devem ser analisados a cada reunião.
Estratégias de demanda de vendas e oferta para cada família de produto são formalmente revistos trimestralmente
O desempenho de Vendas, da produção, bem como dos estoques são medidos em relação aos planos. Quando o desempenho fugir das tolerâncias, ações de análise e correção devem ser feitas.
Para a reunião de S&OP a empresa deve ter informações sobre desempenho de venda e de produção das famílias de produto. Essas informações devem estende-se por pelo menos de quinze meses.
Para identificar problemas de sobrecarga/sobra de capacidade, deve-se exibir separadamente o uso dos recursos principais.
Novos produtos e obsolecência devem ser analisados e tratados nas reuniões
S&OP Exercutivo é um processo de tomada de decisão. A equipe pré-reunião decide que recomendações enviar para essa reunião. A equipe executiva deve decidir se aceita alguma dessas recomendações ou adota uma nova alternativa
A simulação de cenários é usada rotineiramente para avaliar soluções alternativas
Membros do departamento financeiro devem validar se os planos têm viabilidade
Minutas da reunião devem ser imediamentamente distribuídas
Os indicadores de negócio devem ser continuamente melhorados.

Ferramentas para execução do S&OP

 Muitos pensam que o sistema de ERP seria a ferramenta indicada para ser usada nas reuniões de S&OP. Contudo eles normalmente apenas fornecem informação, pois não são indicados pelo fato de não tratar a capacidade operacional em detalhe, nem lidar  com as regras do negócio.

 Por isso, usa-se tradicionalmente a planilha eletrônica. Ela é simples e bastante flexível. Requisito fundamental para o S&OP. Contudo pela simplicidade ela contém algumas particularidades que podem levar a demora, simplificações e erros não percebidos.

 Por fim , existem os Sistema de Planejamento Operacional Avançado, como o Seed Cloud. Esses sistemas são bastante úteis para guardar as informações de negócio, testar cenários  e abastecer sistemas de BI para geração de indicadores de negócio. O que torna esse tipo de ferramenta bastante poderosa é a capacidade de modelar em detalhe a operação da empresa e fornecer o resultado em segundos. Dessa forma economiza centenas de horas dos recursos mais caros da empresa.

  quadro

Figura 1. Resultado da Simulação.

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Figura 2. Capacidade Operacional

Cenário

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Figura 3. Gráfico de ocupação de recursos

bi

Figura 4. BI conectado com os dados do Seed Cloud

O Poder da Simulação de Pedidos

Calcular datas de entrega, respeitando a capacidade de produção, as prioridades das ordens já existentes, a capacidade de se reprogramar, utilizando as folgas é certamente uma das mais importantes funções que um sistema de Planejamento Avançado de Produção pode dar.

Cenário

Por que é preciso ter uma ferramenta de APS para Simular?

Primeiramente porque esse cálculo precisa ser feito de forma muito rápida, considerando muitas variáveis. Portanto, é um cálculo complexo que lida com demandas, capacidade e estoques ao mesmo tempo e que tem que fornecer uma data precisa de entrega de cada um dos pedidos envolvidos. Não apenas aquele fornecido, mas também os demais afetados.

Quais são as variáveis que podem ser simuladas?

Muitas, mas as principais são:

  • Entrada de um pedido novo, com ou sem prioridade, investigando data de entrega e impactos nas demais ordens;
  • Contratação de serviço externo;
  • Definição de horas extras;
  • Planejamento semanal ou mensal da produção, determinado o que se pode atender no período;
  • Dimensionamento de mão de obra;
  • Planejamento de paradas.

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APS x ERP

Os ERPs não são capazes de entregar os resultados de forma tão detalhada, logo o resultado gerado por eles não são fidedignos. A diferença é que os algoritmos usados pelo APS são muito mais compatíveis com a realidade da empresa e, portanto geram resultados muito mais próximos a realidade. Além disso todo uma lógica de otimização é embutida na ferramenta. Dessa forma os resultados podem ser considerados como metas que a empresa tem capacidade de alcançar e se alcançar ela será muito produtiva.

 

APS x Planilhas

As planilhas têm um excelente nível de entendimento por parte dos usuários. Contudo elas não conseguem espelhar todos os detalhes necessários,  não têm algoritmo de otimização, dependem de uma manutenção intensiva e manual e qualquer alteração pode ser muito custosa em termos de tempo. Além disso, onde está a colaboração dos resultados? Em um mundo cada vez mais conectado, a planilha é um ente isolado, restrito ao mundo do seu criador. Dessa forma, fornecer informação é também custos.

 

APS x APS em nuvem

Hoje, fala-se muito em Indústria 4.0 e IIoT (Industrial Internet of Things). E esses conceitos tem começado a mudar o mundo. Assim sendo, investir milhares de dólares em sistemas on premise já pode ser considerado um erro; A razão é que sistemas não devem ser comprados. Devem ser sim utilizados. Para exemplificar esse ponto, podemos retornar ao final do século XIX, onde veríamos que nos EUA e na maioria dos países do mundo, que passavam pela industrialização, as indústrias precisavam gerar sua própria energia, principalmente em horários de pico. Dessa forma, uma quantidade razoável do capital da empresa era gasto ou investido para comprar instalações de geração de energia, fazer a sua operação e manutenção. Não havia economia de escala, pois era um trabalho dedicado com uso ineficiente e custos altos. Isso tudo mudou, quando a empresa Chicago Edson construiu a primeira grande usina de eletricidade e provou a todos que era muito mais barato e confiável comprar o serviço de energia do que ter sua própria geração. De forma análoga, a computação está no mesmo momento. Comprar servidores, adquirir licenças e gerenciá-los está se tornando cada vez mais um gasto inútil do capital da empresa. Uso uso compartilhado de recursos computacionais, sejam eles processadores, memória ou administradores torna a operação muito mais eficiente e barata. Além disso disso, devemos ainda notar que é cada vez mais rápida a mudança nos softwares. Eles estão se tornando muito mais amigáveis e colaborativos. Isso significa que é altamente provável, que ao fazer um investimento para comprar uma licença, esteja na verdade adquirindo algo já obsoleto.

Conheça mais sobre essa ferramenta,  agende uma apresentação Online pelo email: contato@seed.com.br.

 

Sua empresa atrasa pedidos? Temos 3 dicas para não se preocupar com isso

Atrasar pedidos é provavelmente um dos fatores que mais afeta o relacionamento entre clientes e fornecedores. Trabalhar apoiado apenas por planilhas é eternamente correr risco. Por isso, listamos abaixo 3 dicas de como eliminar esse problema.

Dica # 1: Melhore o Planejamento. Considere capacidades, regras de negócio, fornecimento e tudo aquilo que for necessário.

Gere um “Plano de Produção” realista e com base nele, planos de vendas, de compra, e estoque e manutenção. Distribua a visão do que se quer entregar para todos os envolvidos.

Dica # 2: Aponte: faça sua equipe sentir necessidade de apontar a produção.

Dê a eles uma ferramenta simples e fácil de apontar. Faça com que eles precisem do apontamento e busquem nele informações para a execução de suas tarefas;

Dica # 3: Programe constantemente para visualizar se algo saiu do controle e está pondo em risco.

Se saiu, corrija logo. Acione o supervisor, tente ganhar tempo, ponha hora extra apenas onde seja necessário e quando. Não deixe o problema acumular.

O Seed APS é uma ferramenta que permite que o Planejamento, Sequenciamento e Apontamento funcionem integrados. Tudo de forma simples e fácil .

 

5 razões para a empresa adotar um sistema de APS em nuvem

Listamos aqui cinco razões para que uma empresa comece a usar imediatamente um sistema APS. Essas razões farão com que a empresa se torne muito mais competitiva, ágil e capaz de responder ao mercado. Vamos a elas:

Usar melhor a mão de obra

A analogia é simples, imagine uma pessoa trabalhando com uma enxada e outra com um trator. As duas podem estar trabalhando igualmente muito, mas a segunda será muito mais produtiva e a primeira por falta de recurso será muito improdutiva, mas ela não perceberá isso. O APS faz isso, dá produtividade não somente às atividades do PCP, mas também às atividades impactadas como por exemplo Vendas, Compras e Produção

Visualizar a produção e antecipar-se aos problemas

A Capacidade de visualizar o que irá acontecer, permitirá a empresa a criar metas, controlar a execução e se ajustar de forma antecipada, para corrigir problemas de atrasos. Permitirá também passar metas para fornecedores e fazer a programação das manutenções. Ou seja, organizar e se manter organizado.

Dar mais agilidade nas decisões

Rapidez nas decisões é fundamental, esperar por respostas é algo que o mercado não permite mais. Considere uma empresa que recebe uma cotação e demora a responder. Um concorrente mais rápido poderá fechar a venda, antes mesmo que a empresa passe a resposta. Outras decisões como realocar entregas, colocar hora extra, cancelar turno, programar manutenções também podem ser feitas com auxílio de APS.

Simular alternativas

Criar cenários, analisar através de um BI, buscar aquela alternativa que é mais rentável ou que melhor responde a demanda da empresa é algo simples para um sistema APS, mas muito difícil de ser feito manualmente. Portanto se acha importante, tenha em mente que somente com um APS será possível fazer, de forma rápida, detalhada e econômica. Afinal, não vale a pena pagar uma pessoa para ficar fazendo esse trabalho de forma manual. Seu custo é maior do que de um APS e o resultado pior.

Manter o processo totalmente controlado

Dê adeus a planilhas, controles paralelos e integre o sistema APS diretamente com o seu ERP. Beneficie o investimento feito no ERP através de cálculos mais rápidos e detalhados. Padronize os procedimentos e valorize sua empresa.

E lembre-se não é necessário comprar, nem investir muito tempo e dinheiro para já conseguir retorno esperado. O Seed APS (www.seed.com.br) é o primeiro APS em nível mundial que pode ser acessado por um navegador, testado e se estiver ok, assine sem compromisso ou fidelidade.

 

 

ERP não é APS e ERP sem APS é manco

Um sistema ERP é um sistema de gestão da empresa. Contas a Pagar, Contas a Receber, Financeiro, RH, Estoque, Produção entre outros. Parece que tudo está lá, mas não está, pelo menos no que se refere ao Planejamento, Programação de Produção e Materiais. O resultado disso passa despercebido, mas são planilhas, e-mails e horas perdidas, além de processos não auditáveis que geram erro, desvalorizam a empresa e coloca em risco os pedidos e a empresa.

Mas o ERP não tem o módulo de Produção?

Apesar de ter, os ERP fazem o cálculo de maneira simplificada, ou assumem que uma tarefa será feita manualmente. Eles não se preocupam com capacidade, lógica de decisão. Portanto o ERP é muito mais um sistema de documentos integrados, que arquiva as informações e torna um repositório de dados, do que um sistema inteligente de tomada de decisão, pois ele não é feito para tomar decisão sozinho. Ele não prioriza ordens,  não considera capacidade, não enxerga restrições operacionais, e é um sistema que não permite que a inteligência da empresa tome decisões para produção e seja colocada em um sistema. Apesar disso , tenha a certeza que  ele  é indispensável, só não preenche todos os requisitos para ser um sistema único.

O que é um APS?

É um sistemas de planejamento e programação da produção, que possui características de capacidade produtiva e lógica de sequenciamento. Além disso, ele pode obter informações de diferentes áreas para a sua tomada de decisão. Ele permite  que simulação e projeções sejam feitas muito rapidamente. Devido a isso, pode se dizer que é um sistema Proativo, pois olha para o futuro, com base nos dados do presente. Ao  contrário, o ERP e MRP, que são reativos.

Exemplo para deixar clara a diferença

Uma fábrica de mesa tem capacidade de montar 20 mesas/dia. Ela recebeu um pedido de 100 peças para o dia 04.

Observe o que uma ERP faria com os diversos planos, caso não haja um intervenção humana, mas que operacionalmente é bem difícil.

PlanoProducao

Comparando os dois planos de produção podemos ver que o APS quebrou na capacidade, de forma automática, e que o ERP desconsiderou a capacidade de produção.  Dessa forma, olhando o plano, o pessoal da fábrica não consegue entender como produzir. Observe que aqui não há apenas um problema de capacidade, mas sempre existe critérios de priorização, dificuldade de setups, uso de ferramentas, capacidade de mão de obra. Coisas que um bom APS trata, e que está muito longe do que um ERP entrega.

Havendo um acoplamento do APS ao ERP, o sistema pode abrir as Ordens Planejadas para o segundo e a partir dai o ERP ficaria correto.

PlanoVendas

Quanto a Vendas, novamente o ERP faz errado. Não havendo condição por falta de capacidade, ele não percebe e aceita entregar na mesma data do pedido. O APS considerando todos os problemas, planeja uma nova data.  No caso de integração, o APS precisaria retornar essa data para o ERP ajustar o pedido de vendas.

Estoque

Até mesmo a projeçao de estoque do ERP é falha, pois tanto o faturamento do pedido, quanto a produção estão errados.  Portanto, para quem gerencia os estoques, o sistema continua a não prover a informação correta.

FinanceiroGIF

Finalmente do lado financeiro, o APS novamente gera um plano correto, enquanto o ERP cria ainda mais confusão para análise.

Mas quanto custa um APS?

Realmente esses sistemas podem ser caros,usando tecnologia ultrapassada, on premise instalado como desktop,  o custo de um projeto parte de R$ 100.000,00, mas facilmente pode alcançar mais de R$1.000.00,00. Isso é resultado de uma pré venda cara, decisão difícil e demorada, análises, riscos, revenda com baixo expertise em TI, falta de mão de obra, etc.  Acaba sendo assim, um projeto caro que gera retorno. Mas o risco é enorme.

Mas isso mudou, agora surgiu no mercado um sistema 100% SaaS. Esse sistema é da empresa Seed (www.seed.com.br). Com essa tecnologia o investimento em hardware, software, integração, testes e manutenção praticamente desaparece e é trocado por uma assinatura mensal que pode ser adquirida após 30 dias de uso. Isso elimina riscos, pois  trabalha com padrões de mercado, elimina a necessidade de compra de servidores e licenças. Transfere a manutenção do Hardware e do Software para quem é especialista. Não é mágica, é apenas tecnologia que corta tudo que não é necessário, ou seja, desperdícios.

Mas se eu tenho um APS eu preciso de um ERP?

A lógica é simples, um APS potencializa um ERP, não o elimina. Um APS sem um ERP também é manco da mesma forma que o contrário. Portanto, pense sempre nos dois e considere ainda um fato a mais, O APS irá remover do ERP uma série de rotinas absurdas que não servem para nada, a não ser dificultar a manutenção do mesmo, e que foram inseridas nele durante a fase de implantação.